Saiba como identificar com clareza se o comportamento do seu filho é superdotação, TDAH, TEA ou dupla excepcionalidade.
Com a Dra. Olzeni Ribeiro · PhD em Educação · +10 mil alunos formados
Você percebe comportamentos de intensidade exagerada, sensibilidade forte, fora do padrão, que não se encaixam em grupos da mesma idade, mas não sabe o que fazer para apoiá-lo.
Você já peregrinou por consultórios e terapias. Já ouviu todo tipo de opinião, da tentativa de diagnóstico à acusação de falta de educação. E a criança segue sendo julgada pelo comportamento.
Como profissional, você atende crianças que apresentam sinais que não se encaixam em um único perfil. Sabe que tem mais coisa ali, mas a rotina não dá tempo, nem instrumentos, para ir mais fundo.
Ou talvez ninguém tenha sequer considerado a hipótese de superdotação, porque o comportamento mais visível distraiu todo mundo.
A confusão entre superdotação, TDAH e TEA é regra, não exceção. O custo disso são anos de intervenções erradas, famílias sem respostas e crianças que crescem acreditando que têm algo de errado.
O sistema olha para o que a criança faz, não para como ela funciona. A formação inverte isso.
Uma criança que não para pode estar com o tempo interno desorganizado, ou pode estar entediada por funcionar em outro ritmo. A origem é diferente. A intervenção precisa ser diferente.
Dificuldade social genuína é uma coisa. Uma criança que simplesmente não encontra pares compatíveis é outra. Confundir as duas muda completamente o caminho.
Na dupla excepcionalidade, superdotação e transtorno coexistem e se mascaram um ao outro. O resultado é uma criança que parece normal em tudo, mas sofre em silêncio.
O que une esses dois públicos é a mesma busca: compreender de verdade como essa criança funciona.
Da confusão à clareza diagnóstica, módulo a módulo.
Por que o comportamento visível engana, a diferença entre transtornos do neurodesenvolvimento e neuropsiquiátricos, e como começar a compreender o que está por trás do que a criança demonstra.
O que o TDAH realmente é, como funciona o tempo interno, o hiperfoco e a dispersão, e como o masking evolui da infância à vida adulta.
O funcionamento autista para além dos estereótipos, o masking social, e por que perfis de alta inteligência e mulheres com TEA passam despercebidos.
Superdotação como condição do neurodesenvolvimento, assincronia, as cinco intensidades de Dabrowski e o masking cognitivo.
O que é 2e, os perfis de superdotação com TDAH e superdotação com TEA, e o desenvolvimento em montanha-russa.
Por que diagnósticos dão errado, o que uma avaliação séria exige, e como ir da identificação à intervenção para cada perfil.

A Dra. Olzeni Ribeiro começou a atender crianças que o sistema não sabia ler em 1979. De lá para cá, foram mais de quatro décadas dedicadas a entender o que está por trás do comportamento de crianças intensas, sensíveis e profundas. Neuropsicopedagoga clínica e educacional, pesquisadora, consultora da UNESCO e do MEC, autora do livro "Superdotação e Dupla Excepcionalidade: uma visão neurocientífica da complexidade do sujeito superdotado", e criadora de formações que já alcançaram mais de 10 mil alunos em todo o Brasil.
A formação Além do Comportamento reúne a experiência clínica e a pesquisa da Dra. Olzeni: o olhar que ela usa na prática, organizado em formação para quem precisa dessa clareza.
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Esta formação existe para que pais, responsáveis e profissionais tenham a base que falta na maioria dos consultórios e na maioria das escolas. Sem rótulos apressados. Sem fórmulas. Com clareza.
Existe um jeito diferente de olhar para essas crianças, e ele começa por mudar a pergunta.